Texto
Lembrará de mim pelo eterno!
Alguns são capazes se perguntar por vezes o quão será sua longevidade. A vida ─ uma dádiva divina ─ concedida aos homens em busca da continuidade, ao meu ver. De acordo com alguns pensadores, baseados em suas mentes evoluídas, este presente não passa de uma propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte. Somos então uma demonstração de que nada eterno? Nossa existência tem fim. A carne é consumida, o carbono é degradado e ao fim da noite, não há mais seu ser. É atormentador imaginar o quão insignificante parece ser. A história irá te esquecer. Nós perdemos entes amados a cada segundo que se passa. E não importa o quanto os amamos, ao longo daquilo que define como "vida", os esquecerá. "A história irá te esquecer", ouso repetir em alto e bom som.

[RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

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[RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Darrell B. Liø.-Kryzawcz em Dom Abr 10, 2016 4:36 pm



The Noite com voodooRP FECHADA


A postagem é iniciada por Darrell B. Liø.-Kryzawcz e Lexa Banshee. Estando então, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 10 de abril de 2016, Blaze's na Bourbon Street. O conteúdo é LIVRE. A postagem está EM ANDAMENTO.


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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Darrell B. Liø.-Kryzawcz em Dom Abr 10, 2016 4:41 pm

DIY Suprimentos - Post 1
Drinking good whisky

Não tinha pensado muito sobre o dia que passou, afinal não tinha alunos para eu ajudar e fiquei apenas no escritório vendo sobre assuntos da academia como pagamentos. Quase terminando quase 23h o expediente de quarta, fiquei fazendo hora esperando o expediente acabar e fui malhar um pouco só pra manter o corpo. Fiz algumas séries levantando o peso com cada uma das mãos e depois segui para as pernas um pouco pra não ficar com corpo sorvete.

Observei que o expediente chegara ao fim com o grande fluxo de pessoas saindo pela porta, bom não grande como uma multidão, mas era como se todos deixassem pra sair por último. Guardei o que usei e verifiquei os locais da academia pra ver se não tinha ninguém, então tranquei o local e fui tomar banho sozinho no vestiário. Me senti como nos filmes de terror com aquele boxe grande pra mim e a porta de vidro embaçada de calor. Não temia um assassino aparecer, eu sentiria pena por ele tentar me matar na verdade e até gostaria de me testar em uma situação real sem teatro.

Saindo do banho, já passei aquelas coisas todas comuns pra cheirar melhor e disfarçar o sabonete um pouco. Vesti uma roupa comum pra noite meio fresca e não muito quente, puxei as mangas da camisa até os cotovelos, coloquei um relógio e peguei o celular. Verifiquei o fuá capilar e ajeitei pra ficar pelo menos um fuá direcionado, peguei a carteira e sai da academia já apagando as luzes, fechando portas, trancando a entrada e levando a chave.

Pensei em ir pra casa, mas o Netflix não estava muito favorável com novidades e pra ver algum filme na TV iria precisar beber um pouco pra encarar a sorte. Sabia que as bebidas em casa acabaram, então passei num bar perto da academia, furei a fila porque o segurança me conhece e dane-se quem não tenha seus contatos. Cheguei no bar e indiquei ao barman ruivo e levemente branco demais, mesmo com as luzes mais fortes sobre aquela parte do local, pra me servir whisky duplo com gelo.

Esperei o mesmo preparar e aproveitei da noite temática neutra do bar e olhei envolta procurando talvez algum conhecido. Não havia ninguém de valia considerável, algumas pessoas da academia é claro e aquela mulher do outro dia. Minha mente falhava em lembrar da mesma e provavelmente era uma real desconhecida da minha parte, mas parecia que já a tinha visto tanto no bar que chegava a ser incomum. Retornando ao normal, me cutucaram e voltei a atenção para o ruivo agradecendo a bebida e dando um gole sentindo aquele gosto forte minimamente gelado.


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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Lexa Banshee em Dom Abr 10, 2016 6:53 pm

Drink. 

Intus inane, nihil aliud esse quam animam.
Darrell B. Liø.-Kryzawcz


Não poderia ser tão ruim. Na verdade, era pior. 

Desde quando havia recebido o caso há dois pares de semanas — Ele —, havia predito o perfil do alvo: Ruivo, 1;85 — Nova Orleans. Como, diabos, iria encontrar alguém somente com suas características e sua residência? Ainda assim, o pior do caso era ter de viajar para Nova Orleans — ou, como prefiro, a Cidade Onde Nada Nunca Acontece Mesmo. Não tive escolha, senão fazer as malas e viajar para cidade a qual estimo tamanha repulsa, cujas avenidas já foram trilhadas por outrora em meus passos, fadada pela desgraça, assim como os ventos reconhecidos por mim e que me trazem à toca reminiscência de um passado já morto. E enterrado. 

Contudo, Nova Orleans era suportável — com uma velha garrafa de Bourbon. 

Tem suas qualidades, por fim. Estava satisfeita de sair de Olympia, do Condado de Thurston. Luzes. Eca. Fazia tanto tempo que havia visitado Nova Orleans que poderia ter pensado que a cidade havia sido ruminada pelo tempo — gostaria que fosse verdade; uma verdadeira proeza sua ascendência ante aos mortais conflitos entre espécies sobrenaturais que havia ocorrido ali no passar do último século — bruxas. Em Nova Orleans você tem sempre dois caminhos: a morte ou desgraça — e, na maioria das vezes, esses caminhos ainda se cruzem, se você tiver sorte. 

Chega de verbos bizantinos. 

Tudo que eu precisava para sair dali, estava naquela cidade. Preciso pegar o que me foi mandado e cair fora. Simples assim. Só deveria decepar a cabeça do homem ruivo, colocá-lo em saco de batatas e voltar para o Condato de Thurston e fazer a entrega; me perguntava quanto a alfândega poderia monetizar em uma cabeça decapitada, talvez fosse mais barato se fosse bonito, ao menos — ganharia uma pequena fortuna quando fizesse a entrega, bem como foi-me prometido, ou então seria outro caso em aberto. Meus clientes eram bem fiéis às propostas; sem exploração, sem dores cabeça. Afinal, como é o ditado mesmo? Ladrão que rouba ladrão....

Darrell B. Liø.-Kryzawcz: Empresário, Vodozendo, e com um certo peso de nome no mercado — e. para minha frustração, com a limpa. Era o 3º homem que procurava com as descrições que me foram dadas. Para minha infelicidade, também o 3º caso pleonástico — estava seriamente considerando começar a matar cada ruivo residente na cidade; isso com certeza aumentaria minhas chances de encontrar meu alvo. 

Um processo rápido, prático e útil. Porém, sanguinário demais. 

Carnificina não era o meu objetivo, então começava agora a descartar essa alternativa da minha listinha. Em minha mente, passava o nome ''Darrell, Darrell, Darrell...'', enquanto olhava deliberadamente para borda do meu copo de Bourbon a minha frente sobre minha mesa, a qual mantinha-se do outro lado do bar, um tanto afastada do outro conjunto de mesas, e alumiada por uma lamparina em forma de flor — cafona, Nova Orleans.
 
Não precisava varrer o bar para saber quem estava me encarando do outro lado, próximo ao barman: Darrell; bonito, porém não mais que isso. Não estava surpresa, eu que havia encarregado que nos encontrássemos ''casualmente'' naquele local e hora; porém, começava a me sentir agora ligeiramente cansada, e me perguntava se poderia simplesmente subir dali e voltar num outro dia. Após semanas observando-o sem que percebesse, finalmente havia deixado que ele notasse minha presença em sua rotina diária, instigando para deixá-lo intrigado, atiçando-o pelas beiradas... causando sua curiosidade. Já havia extraído tudo que podia em sua sombra, era hora de partir para a próxima etapa do plano A. Ainda assim, esgueirando-se sobre minha eterna frustração em ter estado na cidade por mais tempo do que teria gostado, uma fagulha de curiosidade traiçoeira despontada da minha embriaguez, traindo a mim mesma. 

Não sabia se era efeito do décimo copo de Boburbon — apenas o peguei da mesa e o balancei sutilmente para Darrell, que me encarava, desdenhando de um leve sorriso em meus lábios lacônicos, de forma convidativa. Tomei outro gole da bebida  —  o efeito ardente que deveria causar em minha garganta já era morto em mim; muito provavelmente pela experiência adquirida pela prática. Se algum dia morreria, seria de Cirrose. 
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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Darrell B. Liø.-Kryzawcz em Dom Abr 10, 2016 7:38 pm

DIY Suprimentos - Post 1
Drinking good whisky

Mentiria se dissesse que não estava curioso, mas uma loira daquelas me olhando por tanto tempo, ou era alguma conhecida de outro tempo, ou algum teste de Corinne. Contudo, até a Rainha tinha seus limites para testes, e me avaliar de noite sendo que trabalho cedo no dia seguinte duvidava até mesmo da mesma cogitar tal coisa. Seria quase engraçado se isso ocorresse de fato, mas afastei tal possibilidade com mais um pouco da bebida. Me sentiria quase um adolescente de novo se me permitisse sentir nervoso, ou perguntar sobre isso para o barman.

Ela então balançou um copo pra mim sendo mais do que o suficiente para me chamar até ela. Arqueei as sobrancelhas e pedi dois Bourbon, porque um básico que aprendi nesses anos é que ninguém recusa um bom Bourbon, mesmo que não goste. Logo que o ruivo prepara, levei as bebidas para onde a garota estava sentada, colocando o copo dela perto da mesma e bebi um gole da minha antes de deixar na mesa.

Pensei rapidamente em uma abordagem menos namoradeira, não queria seguir nesse estilo, porque poderia ser uma armadilha e entraria nela de cabeça, corpo e sem pensar duas vezes se fizesse isso. Tentando soar gentil apesar da curiosidade: - Boa noite, a que devo esse chamado, não seria só preguiça de ir ao bar. - Semicerrei os olhos esperando uma resposta, já tinha ouvido que quando não estou entendo fico quase inexpressivo e encarando demais, mas não era minha culpa se ela me chamou.

Deveria ser fácil chegar numa garota, ainda mais em uma que te convida pra beber, mas em um mundo onde tem-se magia e caçadores à espreita, uma garota bonita raramente é uma garota bonita. E seguindo a lógica, ela mesma poderia estar nesse meio, mas em lugar? Difícil dizer, não sou dado pra ir pro quarto no primeiro encontro ao acaso, talvez se tivesse esperando ela. Independente do encontro planejado, ou não, ela já vinha me vendo, já tinha encontrado nossos olhares, mas e daí?

Nunca falei nada com ela, nunca fiz nenhum sinal, não mudei minha rotina e tirando os treinos não havia nada de novo em minha vida. Seria uma amiga da irmã? Possível, mas complicado de se afirmar, eu provavelmente conheceria de casa, ou talvez visto fotos delas nas redes sociais. Será que era alguém que eu sou educado e por sorte encontrava sem reconhecer? Muitas hipóteses pra uma garota tão pequena, talvez fosse só nova na cidade que gostou de mim. Uma chance pequena com um voto de confiança que não morrerei em alguns minutos com a resposta dela.



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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Lexa Banshee em Dom Abr 10, 2016 8:54 pm

Drink. 

Intus inane, nihil aliud esse quam animam.
Percebo quase involuntariamente que a noite lá fora havia caído rápido demais, e talvez o tempo fosse mudar. Felizmente, o estabelecimento estava vazio, exceto pela minha presença, do Darrell, o barman e meia dúzia de gatos pingados espalhados nas outras mesas. Pareciam estarem enfrentando um duro dilema alcoólico: beber ou não beber? Enquanto decidiam  ou não decidiam  já haviam quase acabado com a adega do bar decaído. Bem, tampouco me importava, afinal de contas. 

Darrell atravessa o bar, ele era até que sensual, ao tempo que volto a olhar para borda do meu copo meio cheio, ou meio vazio, fingindo desinteresse. A verdade é que sabia muito sobre ele, mais do que ele poderia sequer imaginar, que supostamente me via como uma garota intrigante em um bar qualquer, às 22h:00h, que poderia ou não estar perseguindo-o. Bem, isso pouco me importava também, afinal das contas. Sua rotina também não me interessou, tampouco. Além da sua silhueta atraente, seu poder sobrenatural eram as únicas coisas que poderiam me despertar interesse; porém, não surpresa — Nova Orleans era cheia dessas pessoas... tsc tsc tsc. 

Mas, porque não tornar isso um jogo?

Até o momento, todas minhas suspeitas sobre ele era que Darrell fazia mais abdominais do que deveria; nada que pudesse incriminá-lo ou deixá-lo passível a receber punição ou sentença de morte. Poderia simplesmente ler seus pensamentos e descobrir se ele, de fato, era quem eu procurava nas últimas semanas, então descobrir que estava certa sobre ter de localizar outro ruivo nessa cidade medíocre, pegar minha bolsa e ir embora... Mas para quê pegar atalho? Afinal, aparências enganam, não? E como enganam! Assim, decido não tomar atalhos para conversa e estender o fio do novelo para ele... 

— Buorbon, há! Taí um cavalheiro à moda antiga — ironizo, ao soerguer os olhos para ele, que me fitava em sua expressão apática colada em seu rosto. 

Pego ligeiramente um dos copos de Bourbon que ele trazia gentilmente em mãos, e jogo meu copo vazio para o lado.


—... Então, quais são seus dotes? — pergunto, bloqueando minha mente para que seus pensamentos não me invadissem sem o meu consentimento; sem atalhos, digo para mim mesma. 

Sorrio e beberico meu copo, sentindo o gosto acridoce do uísque deslizar para minha boca e queimar em meu estômago. Jogo-me para o encosto da cadeira, fitando-o milimetricamente. Não era o alvo, mas não deixava de ser. 
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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Darrell B. Liø.-Kryzawcz em Dom Abr 10, 2016 10:35 pm

DIY Suprimentos - Post 1
Drinking good whisky

Não tinha a mínima ideia do que esperar daquela situação, seja como a resposta que logo viria, ou pelo rumo daquele encontro. Ela me chamou de cavaleiro à moda antiga, já ouvi um daqueles viados debochados em minha mente “HUUUUUUMMMM, ESSA AI TA PEGANDO MAIS PESADO QUE MULHER MARAVILHA” Pelo menos me serviu pra não ficar secando ela quase furando a garota com o olhar, mesmo que isso fosse possível com, ou sem poderes relacionados. Mas realmente aquela garota queria algo e vai rolar algo interessante pra chegar nesse ponto.

Ela perguntou dos meus dotes e que merda eram dotes? Tinha dote de casamento, mas a metáfora servia como algo geral que eu tivesse. Pra que ela queria saber disso, deve ter ficado claro minha dúvida quanto a resposta, mesmo não sendo talvez pelo rumo que deveria. Uma academia e um apartamento, tinha algo mais? Torci minha boca pensando, mas não lembrava de nada então voltei a feição normal batendo dois dedos na mesa de leve: - Não te conheço e não te comprar pra casar.

Bebi a bebida num gole só pra engolir a possível merda que falei e já queimar tudo me fazendo sentir pior ainda. Me apoiei no encosto, cruzei os braços olhando sério pra ela: - Tenho uma academia e um apartamento, não sou rico e não tenho nada ilícito que possa render algo extra por baixo das leis. Satisfeita? - Onde isso foi parar? Foda-se o rumo. Quem pergunta de dotes assim na cara? Não tinha sentido ir para um ponto desse modo, e isso só parecia que errei algo na compreensão, mas não importava.

Se ela queria outra coisa, deixasse claro e não fizesse joguinhos. Não sou uma vadia e não iria fazer uma imprudência de falar algo ilícito assim, mesmo se tivesse. Lembrei dos treinos pra me manter calmo pelo som em minha volta que me fazia sentir uma máquina cardíaca sentindo aumentarem os sons da conversa e em alguns diminuírem também. Fora que mesmo com o cuidado com o som em minha volta, havia a mim mesmo pelos ossos não saltarem. Não que fosse sair um chifre como unicórnio da minha testa, mas a garota me olhava demais quase como um legista pra cena de crime.

O que tornava tenso era eu ser a cena de crime porque qualquer osso proeminente ficaria bem à vista naqueles olhos tão vidrados em mim. Não cogitei pensar em hipóteses melhores do assunto porque sentia nos pelos da nuca que iria me arrepender e estar errado, então que ela mesmo se explicasse como fosse. Levantei a mão esquerda à boca soltando um arroto silêncio pela bebida e me acordou o estômago para um certo calor interno que embora fosse passar, ainda era um incômodo até lá.



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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Lexa Banshee em Seg Abr 11, 2016 12:13 pm

Drink. 

Intus inane, nihil aliud esse quam animam.
Aquele momento subsequente tornou-se um tanto embaraçoso. Ele queria me comprar ou se casar comigo? O pensamento soou irônico em minha mente, me forçando a um riso abafado — eu deveria parar de beber imediatamente; sentia o álcool pairando detrás dos meus pensamentos dúbios.
 
Afastei os outros copos que faziam vazios para o canto da mesa e dei outra golada na minha bebida. Então, inesperadamente, Darrell começou a despejar seu perfil, como se eu fosse computar os dados da sua vida naquele momento. Bem, não iria. Na verdade, sequer havia entendido sua fala, então tenho convicção que: a) ele era estranho ou b) a aguardente já começara à queimar meus neurônios; então escolho a segunda alternativa. Soergo uma sobrancelha, em dúvida. Naquele momento, tudo que desejava era retirar minhas roupas, tomar um banho quente e apagar na cama até o dia posterior. Suspirei profundamente.
 
— Relaxa, não sou uma mercenária que vai te roubar quando sair desse bar — falo ironicamente, sorrindo e dando outro golada em minha bebida —, embora não pareça uma má ideia — continuo sarcasticamente, soando dubiamente, e olho para janela sobre seu ombro —, sou só alguém que veio para beber — sorrindo, dou outra golada em minha bebida, deixando o copo pela metade, sem saber se meio cheio ou meio vazio. Afinal, qual seria o certo em afirmar? O copo estava meio vazio ou meio cheio?

O desinteresse parecia me sufocar gradualmente, a minha cabeça pesava ao mesmo compasso de tempo. Abandoná-lo significaria abandonar também minha, talvez, única chance de localizar o alvo; então ele seria o mais novo terceiro candidato desclassificado das minhas previsões. A dor pungente da frustração atacava meu rim.  
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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Darrell B. Liø.-Kryzawcz em Seg Abr 11, 2016 12:48 pm

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Drinking good whisky

A opção mercenária não tinha passado em minha mente, mas agora estava em evidências pelas próprias palavras da mesma. Seria uma piada inocente, ou um plano pra despistar tal ideia. Será que havia me precipitado? Talvez um pouco pelo rumo em que direcionei o assunto antes, mas não importava mais. Já disse e não iria retirar. Logo a mesma ironizou uma possibilidade de me roubar e desacreditando tal ideia sorri: - Boa sorte em tentar me roubar.

Concluindo talvez a proposta de algo comigo, comentou que só viera beber, mas não parecia só isso. Será que defini o rumo da abordagem dela? Talvez tivesse feito algo assim sem perceber. Estaria louco e falara algo errado com o pensamento levemente nublado da bebida? Um dúvida a se tiver mais tarde entre quatro paredes e deitado na minha cama levemente tonto.

Torci um pouco a boca cogitando ter até sido rude demais, mas não me pareceu realmente ofendida, ela com certeza teria falado depois de ser tão direta sobre os dotes. Bati o indicador e o médio na base, dei de ombros: - Ok então senhorita, me desculpe, tive um dia cansativo e devo estar mais bêbado do que pensei e sido precipitado. Revendo a sua pergunta, que dotes quer saber? - Estendi as mãos levemente para cima sem levantar os braços como um sinal pequeno de paz.

Não a conhecia e poderia estar sobrecarregado do trabalho, ficar olhando papeis o dia todo me estressava, mas nunca me coloquei avaliando o estado de aborrecimento. Sendo isso de fato, estaria descontando na jovem de forma errada sendo que talvez nem tenha perguntado na maldade e a bebida só piorasse meu raciocínio sobre a situação. Ainda não rejeitando definitivamente a ideia de a garota ter me chamado foi algo mais do que um encontro, mas deixaria lado um pouco o lado preocupado e seria cordial, ou algo perto disso.


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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Lexa Banshee em Qua Abr 13, 2016 12:42 am

Drink. 

Intus inane, nihil aliud esse quam animam.
Depois de um dia cansativo, minha mente parecia estar duas vezes mais pesada que o normal, mas nada que sugerisse em meu sorriso enganador. Pairando detrás de seus olhos penetrantes — que sugeriam firmeza e crueldade inocente, ancorada por uma profunda fenda do passado, como uma ferida; como uma âncora — e uma pálida sugestão de sorriso em seus lábios, Darrell não parecia-me muito diferente dos outros homens daquele bar - além da sua energia singular. Pelo menos, era o que aparentava. A aguardente amortecia meus anseios e meus sentidos, deixando-me sentir-me mais receptiva... Sutilmente, levo uma mexa de cabelo para trás da orelha, sorrio e observo com meus olhos de lince seu contorno para cadeira a minha fronte; então a mesa é o único obstáculo entre nossos corpos.
 
Diferentemente da sua primeira abordagem ríspida, ele contorna para uma voz versátil e sutil. Em suma, ele parecia frustrado — com seus problemas ou com sua própria vida; nada que despertasse em mim meu real interesse. Seria Darrell um homem despretensioso ou apenas um outro alguém com poderes?, uma enorme seta em minha mente ascendeu para segunda alternativa. 

Ergo a sobrancelha, irônica em resposta. 

— Você já me disse tudo sobre você — provoco, atiçando um sorriso sugestivo em meus lábios — acredite — acrescento. 

Pego um cigarro da minha jaqueta, prendendo-o entre os lábios, e alcanço uma caixa de fósforos, retirando-o de dentro da bolsa. — Você não se importa, não é? — pergunto retoricamente, sem esperar resposta, e ascendo-o.

Não estava exatamente com pressa: já tinha decidido que Darrel não era meu alvo ''X'', definitivamente. Ainda assim, não ansiava por qualquer expectativa daquela conversa fiada — Darrell parecia terrivelmente previsível aos meus olhos. Mesmo assim, não iria subestima-lo, ou seria uma hipócrita. Aceitava de bom grado o perigo que ele poderia oferecer, mas no momento não era algo que me interessava.
 
— Então, você costuma sempre atender ao chamado de qualquer mulher em um bar moribundo? — indagou ironicamente, em uma voz maleável, contendo um riso abafado em minha garganta, quando então expiro outra baforada de fumaça que sobe e enche o ar com um teor narcótico, formando um ''O'' de fumo.


— Não parece um homem das noites digo largando as costas para o encosto da cadeira, vendo seu rosto e seu olhar penetrando entre a fumaça que dançava no ar. 

( ... )

Após algum tempo em meio aquela conversa dúbia, analisando a situação em um todo, confirmo o que antes eram minhas suspeitas — daria cabo àquela situação bizantina quando o cigarro fosse todo tragado pela fumaça. A vontade de abandonar aquele bar tornou-se sublime em minhas expectativas naquele momento, insurgindo em meu âmago, talvez devesse fazê-lo. Afinal, Darrell era apenas um homem.
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Re: [RP FECHADA] - The Noite com voodoo - 10/4/2016

Mensagem por Darrell B. Liø.-Kryzawcz em Qua Abr 13, 2016 1:27 am

DIY Suprimentos - Post 1
Drinking good whisky

A garota apenas comentara que já havia dito tudo sobre mim e afirmou após isso, sorri arqueando as sobrancelhas como quem não quer nada. Parecia fácil demais corrigir uma situação embaraçosa, mas ela não era seria simples de soar apenas compreensiva sem seus defeitos. Ela fumava. Não sentia nada realmente ruim, eu até fumava, mas não em locais fechados que já possuem um aroma sexual misturado com bebidas no ar.

Depois de espalhar aquela fumaça fúnebre no ambiente e ligeiramente intoxicar-me se já não fosse apresentado aquele cheiro, perguntou do chamado dela. Eu admitia pra mim que fui impulsivo em atender um chamado sem pensar duas vezes, mas levei bebidas e na minha lógica era como uma oferta de paz não declarada com palavras, e sim com atos.

Comentou não aparentar frequentar as noites e sorri com o comentário, de fato não era meu costume, mais precisamente pelo meu jeito de agir que era certinho demais. Peguei o cigarro da mão dela enquanto ela soltava a fumaça e o virei com a ponta na palma da minha mão esquerda. Torci a boca um pouco sentindo a queimadura, mas deixei o cigarro cair no chão sorrindo: - Não fume aqui dentro, o cheio de sexo velho já é repugnante o suficiente.

Levantei da cadeira levando alguns dos copos e avisando: - Volto com alguns Bourbon, espere se quiser. - Levei com cuidado os copos para o bar, tomando mais cuidado com o “pouso” dos copos do que com a viagem em si. Pedi quatro copos de Bourbon e enquanto esperava me apoiei com o braço direito no balcão, virei de leve o corpo para a mesa e ergui a mão esquerda acenando pra garota que já havia pedido. (mesma mão onde apaguei o cigarro)

Porque eu me forçava a beber com aquele que me queria longe? Talvez a companhia de desgosto fosse melhor que beber sozinho. No balcão iria beber até desmaiar provavelmente, mas com alguém que poderia me roubar, ou me matar, ou talvez me estuprar tinha aquele “que” de ficar acordado e não cair por bebidas fortes. Precisava focar mais na conversa do que me distrair em devaneios do passado e suposições infundadas.


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